SETOR DE ROCHAS ORNAMENTAIS NO BRASIL: UM MOMENTO DE PROTAGONISMO
O setor de rochas ornamentais no Brasil vive um momento de grande destaque, graças à união da classe produtora e ao trabalho coordenado pelas entidades patronais, como o Centrorochas e os Sindicatos dos Estados do Ceará, Espírito Santo e Minas Gerais. Juntos, eles têm impulsionado a demanda e as exportações. Em 2025, apesar dos desafios, o setor apresentou resultados muito positivos e foi reconhecido recentemente em sessão solene no Congresso Nacional, onde estabeleceu uma meta ambiciosa: US$3 bilhões/ano em exportações até 2030.
UM DESAFIO QUE EXIGE PLANEJAMENTO E AÇÃO
Para alcançar essa meta, é fundamental um programa de prospecção e pesquisa mineral que priorize a descoberta e oferta de novas rochas com aspecto estético-decorativo em consonância com as demandas do mercado e seus especificadores e dentro dos requisitos de normas adequados. Isso envolve o sistema MME/ANM/SGB e as empresas produtoras, que precisam se organizar para criar, aperfeiçoar e fomentar seus núcleos de pesquisa mineral.
PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E PESQUISA MINERAL DE ROCHAS ORNAMENTAIS
A estruturação deste programa exige a criação de equipes multidisciplinares com profissionais experientes em geologia e mineração de rochas ornamentais dentro das empresas. As etapas incluem:
- Revisão bibliográfica e avaliação geológica e aerogeofísica regional
- Seleção de áreas e avaliação de ambientes geológicos previsionais
- Pesquisa mineral específica (estudos geológicos, geofísicos, amostragem, ensaios e sondagens)
- Consolidação e disponibilidade de dados
A matéria-prima é a base de tudo, e sua prioridade foi enfatizada pelo lendário Giulio Conti: "Prima la matéria". Com este programa, o Brasil pode se afirmar e consolidar sua posição de destaque no setor de pedras naturais.
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