quinta-feira, 8 de abril de 2021

Ceará: exportação de granito fechará 2021 com US$ 28 milhões

Mas há problemas: março, cerca de 100 contêineres deixaram de ser exportados, o que causou uma redução de faturamento de US$ 1 milhão nas empresas do setor”, diz o presidente do SIMAGRAN, Carlos Rubens Alencar.


Uma informação que chega do Sindicato da Indústria de Mármores e Granitos (Simagran-Ceará), onde, segundo revela seu presidente, Carlos Rubens Alencar, “há uma situação de pânico”.

De acordo com Alencar, faltam contêineres para a exportação de rochas ornamentais extraídas e beneficiadas em solo cearense.

“No recente mês de março, cerca de 100 contêineres deixaram de ser exportados, o que causou uma redução de faturamento de US$ 1 milhão nas empresas do setor”, disse o presidente do Simagran, citando que isto foi a queda, mas “há também o coice”, que se trata do seguinte:

“O preço das resinas, que são utilizadas no beneficiamento dos granitos ‘superexóticos’ e dos quartzitos aumentou, também, em quase 10% em euros por causa do alto crescimento da demanda, sobretudo no Sudeste asiático, com destaque para a China”, revelou Carlos Rubens Alencar.

Como, antes de tudo, o cearense é um forte, além de ousado e criativo, há boas notícias, também.

Estima o Simagran que, apesar dessas dificuldades, as exportações cearenses de mármores e granitos baterão recorde neste ano, devendo alcançar a marca de US$ 28 milhões.

Ao mesmo em que, em São Paulo, há postergações de pedidos, no Ceará há “uma boa perspectiva de crescimento da utilização de granitos e quartzitos nas edificações de padrão Classe A, que se desenvolvem não só em Fortaleza, mas em outras cidades do estado”, informa Rubens Alencar.

Ele não tem dúvida de que a demanda pelo uso do granito nas fachadas dos prédios residenciais e comerciais no Ceará manterá a curva de crescimento, tendo em vista que se trata do melhor material de revestimento, levando-se em conta sua durabilidade, sua baixa manutenção e, sobretudo, o seu atendimento às normas técnicas.


*Fonte: Diário do Nordeste

terça-feira, 23 de março de 2021

[ARTIGO] Uma importante mudança de paradigma tecnológico no setor das pedras naturais


O exercício de análise da evolução tecnológica de qualquer setor de atividade econômica e de identificação do paradigma tecnológico, mantém uma estreita relação entre o  crescimento e as mudanças econômicas, de um lado, e o progresso técnico, do outro. As teorias sobre mudanças tecnológicas, que estão estreitamente relacionadas com mudanças de paradigmas, tem sido geralmente enquadradas em duas amplas classificações conhecidas como: “demand pull” - quando o processo de mudança tecnológica é provocado pela demanda de determinado mercado – e “technology-push” - quando este processo é “empurrado” por uma determinada tecnologia disponível.

As mudanças tecnológicas na indústria de pedras naturais não fogem desta regra e é à luz desta consideração que se deve empreender a identificação e a análise do paradigma tecnológico atual desta indústria. 

Pelo seu grau de competitividade, dentre outros fatores, observa-se que as mudanças tecnológicas do setor das pedras naturais, na maioria das vezes em que deu um salto, este decorreu do processo “technology-push”, ou seja, a indústria fornecedora de tecnologia parecia determinar sempre a velocidade e o caminho do desenvolvimento tecnológico no setor.

Presentemente temos um caso de “demand-pull”, onde a Pedrini, tradicional fabricante italiana, aceitou o desafio por demanda da Welt Graniti para criar a primeira multifio com 108 fios diamantados de 5,3 mm de diâmetro, que consegue cortar um bloco completo de uma só vez em 107 chapas com espessura de 12 mm.

Não foi um pedido trivial, mas a Pedrini aceitou consciente de seu know-how tecnológico, projetando em pouco tempo a Multiwire Jupiter GS220-108F-TS Tech12, uma multifio com cinco patentes capaz de cortar o bloco com precisão e rapidez, reduzindo tanto tempo quanto custo de produção.

“Estamos muito satisfeitos com a colaboração com a Pedrini - disse Matteo Perusi, gerente geral da Welt Graniti - ela se tornou um parceiro tecnológico líder para nós e, mais uma vez, pôde nos apoiar no desenvolvimento de máquinas cada vez mais eficientes e confiáveis.”

Nos próximos meses, outros Jupiter Tech 12 Multiwires serão instalados, tanto na Itália quanto no exterior, confirmando que, mais uma vez, a Pedrini é capaz de entender as necessidades do mercado, atuando como um ator capaz de ouvir e colaborar proativamente com seus clientes em melhoria contínua.

“O corte de blocos em placas de 12 mm de espessura traz vários benefícios para nossos clientes - sublinhou Giambattista Pedrini, CEO da Pedrini - em primeiro lugar, o desempenho do bloco aumenta consideravelmente de 37m² / m³ serrando chapas de 20 mm de espessura para 53,7 m² / m³ com espessura de 12 mm. Além disso, o gerenciamento de chapas mais finas e mais leves reduz os custos de transporte e instalação. Do ponto de vista comercial, revestimentos de 12 mm de espessura podem ser a solução certa para ampliar os campos de aplicação e uso de revestimentos de pedra natural ”.

*Com informações da Focus Piedra

ABNT submete à consulta pública duas novas normas de métodos de ensaios para rochas ornamentais


Qualquer pessoa pode participar da consulta e contribuir para a elaboração das normas

CEE-187 (Comissão Especial de Estudos de Rochas Ornamentais da ABNT), que conta com a participação de especialistas e representantes do setor de rochas ornamentais, concluiu mais dois projetos de norma de métodos de ensaio para as rochas;

  • Projeto ABNT NBR 16958 - Rochas para revestimento — Determinação da resistência ao envelhecimento por choque térmico

O ensaio serve para verificar modificações visuais (alteração da cor, oxidação, fissuramento e escamação) e perda de resistência mecânica das rochas quando submetidas a variações bruscas de temperatura. Trata-se de uma propriedade importante, especialmente, para o uso de rochas em revestimentos e pisos externos e em bancadas de cozinha.

  • Projeto ABNT NBR 16959 - Determinação da resistência ao escorregamento pelo método do pêndulo

O ensaio permite determinar a resistência da superfície das rochas ao escorregamento de pedestres, pelo coeficiente de atrito. O método busca atender um importante requisito da norma de desempenho de edificações, NBR 15575:2013, visando à segurança dos pedestres, com a normatização de um método específico para rochas ornamentais.

A ABNT disponibilizou os projetos para avaliação da sociedade por meio de Consulta Nacional até o dia 8 de abril de 2021. Qualquer cidadão interessado pode manifestar-se com as seguintes recomendações à Comissão de Estudo:


  • APROVAÇÃO do Projeto sem restrições;
  • APROVAÇÃO do Projeto com objeções de forma em anexo;
  • REPROVAÇÃO do Projeto com objeções técnicas em anexo.

Para participar, acesse o link https://www.abntonline.com.br/consultanacional/


*Com informações da ABNT e CETEM

quarta-feira, 10 de março de 2021

Exportadores brasileiros criticam a Abirochas e querem que os subsídios do governo sejam usados ​​mais precisamente para novos mercados no exterior

 


Nesse ínterim, a disputa atingiu o nível jurídico e está sendo exigida a renúncia do presidente Reinaldo Sampaio

A indústria da pedra natural no Brasil vem reclamando há algum tempo, e em janeiro e fevereiro de 2021 houve manifestações abertas de descontentamento, tanto que um jornal chegou a escrever sobre “rebelião” - mas não porque o carnaval do país teve que ser cancelado por causa do Coronavírus. Em vez disso, os exportadores estão insatisfeitos com o trabalho da associação nacional Abirochas e, mais recentemente, foi publicada uma carta aberta (veja abaixo) e liminares na Justiça.

Essencialmente, os exportadores dizem que a associação nacional faz muito pouco por eles. Especificamente, as acusações são de que não há aumento nas exportações há bem mais de uma década e, mais precisamente, de que existe uma monocultura entre os países-alvo. Isso é deplorado há anos até nas estatísticas do “Informe” da Abirochas: para os produtos industrializados, o país tem apenas os Estados Unidos.

Os tomadores de decisão da Abirochas não têm interesse em abrir novos mercados, essa é a essência da reclamação.

Deixe-nos explicar:

Em 1998, a Abirochas (Associação Brasileira de Rochas Ornamentais) foi fundada como uma associação para os sindicatos de pedras naturais de cada estado.

Os sindicatos estaduais que fazem parte da diretoria da Abirochas costumam ter nomes semelhantes e carregam uma abreviatura como identificador regional: por exemplo, Sindirochas-ES é a associação do estado do Espírito Santo, Sinrochas-MG a de Minas Gerais, Simagran-CE a do Ceará e Sincocima-RJ do Rio de Janeiro.

Estas 4 associações são de longe os grandes protagonistas do setor da pedra do país: representam 85% da produção de pedra e 96% das exportações.

A disputa chegou ao auge nos últimos meses, com o quarteto de críticos exigindo a renúncia do presidente da Abirochas, Reinaldo Sampaio. Ele é o representante da associação há 10 anos.

Entre outras coisas, os críticos querem mudanças no estatuto da Abirochas.


Por último, mas não menos importante, está em jogo o dinheiro do órgão de fomento às exportações, APEX. Esta organização tem apoiado as atividades da Abirochas até agora. Entre eles estão participações em feiras, programas para compradores estrangeiros e a campanha da marca “Brasil Original Stones”.

Uma das acusações levantadas à Abirochas aqui é que, apesar do financiamento do governo, a associação não conseguiu fazer com que as variedades de pedras exclusivas do Brasil realmente ganhassem uma posição nos mercados ao redor do mundo. A única exceção são os EUA.

Estamos falando, por um lado, dos granitos exóticos (“Exóticos“ e (“Superexóticos“) que são extraídos apenas no Brasil e, mais recentemente, dos quartzitos brancos e também coloridos, dos quais o Brasil tem uma variedade incomparável. Especialmente esses quartzitos em suas variedades brancas estão enfrentando uma grande demanda em todo o mundo.

No entanto: quase nenhum comprador e certamente nem os arquitetos em todo o mundo sabem sobre a posição única do Brasil com essas variedades. Falando figurativamente: o mundo nunca gostou dessas pedras.

De acordo com os críticos, isso se reflete no fato de que as exportações do Brasil, após aumentos iniciais devido à Abirochas, não alcançaram grandes aumentos desde 2008 e desde então estão definhando em torno de US $ 980 milhões por ano.

Alguns críticos da Abirochas temem que os quartzitos repitam o desastre dos exóticos de 10 anos atrás.

Nesse ínterim, houve uma reunião de cerca de 80 das maiores empresas exportadoras, e elas escolheram o Centrorochas como a nova representante. Esta é outra organização de exportadores de pedra natural. Já existe há algum tempo e, de acordo com os desejos dos críticos, o dinheiro da APEX deve ir para esta organização no futuro. Ou pelo menos uma parte dele.

Algo semelhante já havia acontecido há algum tempo com as frutas brasileiras: lá os exportadores ficaram insatisfeitos com a Ibrafrutas e fundaram a Abrafrutas, que hoje representa oficialmente a indústria de frutas para o país.

O Centrorochas acaba de anunciar que fará uma análise de mercado para os Emirados Árabes Unidos. O objetivo é saber exatamente onde o Brasil tem as melhores oportunidades e com quais produtos.


Comentamos: talvez o envolvimento do Centrorochas já contenha a solução do problema. Vejamos a Turquia: lá, o setor da pedra natural também tem 2 associações (IMIB e EIB), que têm de competir entre si pelo financiamento do Estado. A atribuição do apoio ocorre de forma a que os investigadores de mercado formulem objetivos concretos em nome do ministério responsável - é selecionada associação com o conceito de implementação mais convincente.

Depois de um tempo, os resultados são avaliados.

Mais um comentário sobre a disputa no Brasil: o problema do não aumento das exportações e da falta de força da marca é, sem dúvida, causado pelos próprios exportadores. Isso porque as variedades acima mencionadas, que só o Brasil possui, são exportadas em grandes quantidades pelas empresas como blocos brutos - depois são processadas na China ou na Itália, por exemplo, e daí voltam para os mercados do Ocidente com novas denominações e como produtos de maior valor.

O iniciador da Carta Aberta foi Carlos Rubens A. Alencar, Presidente da Associação do Ceará (Simagran-CE) e também criador da ainda jovem Fortaleza Brazil Stone Fair, em Fortaleza-CE.


*Publicado originalmente no Stone-Ideas.com

segunda-feira, 1 de março de 2021

Relatório destaca volume de importação de revestimentos naturais nos EUA



A Confindustria Marmomacchine, através do seu Escritório de Análise de Tendências de Mercado, acaba de divulgar um relatório onde destaca as importações das "superfícies duras" pelo Estados Unidos. 

O mercado americano é um dos principais consumidores das rochas ornamentais brasileiras e os números podem até gerar uma grande surpresa.

Após análise dos números, não parece um resultado ruim para o setor da pedra natural neste disputado mercado que é o de revestimentos.

Outro fator importante, é considerar a produção interna dos Estados Unidos, porém fica evidente que alguns analistas de tendências do Brasil estão com avaliações inadequadas e que a abordagem do mercado exige melhor qualificação das entidades, das empresas e seus profissionais. 

Caso contrário, o setor acabará refém de estratégias que possuem muitos equívocos e que não irão trazer o resultado desejado pelos produtores, que é o de expandir cada vez mais a presença dos seus produtos no mercado.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Investimento de US$ 5,4 bi: Ceará anuncia hub para se tornar protagonista global em hidrogênio verde

Programa inclui a implementação de uma usina do combustível considerado limpo e que deve movimentar a indústria, geração de energia e o setor de transportes

O Governo do Ceará lançou na manhã desta sexta-feira (19) o hub de hidrogênio verde do Estado, programa de energia limpa que inclui a construção de uma usina no Porto do Pecém. Para a implementação da planta de produção do combustível limpo, apontado como a energia do 'futuro', serão investidos US$ 5,4 bilhões pela empresa australiana EnergyX.

A usina é uma das principais apostas do executivo estadual para impulsionar a economia cearense nos próximos anos.

"Momento histórico para a economia", diz Camilo

"É a única energia verde renovável que pode ser transportada. Nós podemos exportar essa energia para o mundo inteiro", pontuou Camilo Santana durante o anúncio do projeto. "Nós estamos aqui dando um pontapé inicial em um momento que eu considero histórico para o Ceará", afirmou o governador.

Na ocasião, foi assinado um memorando de entendimento com a empresa australiana que fará a implementação da usina de hidrogênio verde no Ceará. Também estiveram presentes durante a assinatura o titular da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Estado (Sedet), Maia Júnior; o presidente da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante; e o reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Cândido Albuquerque.

"Temos o que há de melhor em energia", afirma Ricardo Cavalcante

O presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, também considera que se trata de um momento histórico para o Ceará. "Temos o que há de melhor no mundo em energia, com a complementaridade da energia solar e eólica. Isso nos faz imbatíveis no mundo em produção de energia. O Ceará, com toda essa capacidade, poderá se tornar um grande produtor mundial de hidrogênio verde", destacou.

Maia Júnior, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, afirmou que o hidrogênio verde "é um elemento que se soma aos nossos potenciais naturais para criar riqueza. É um projeto de futuro do desenvolvimento do Ceará. Tudo isso foi construído com diálogo, com a participação de todos".

Cândido Albuquerque, reitor da UFC, frisou que a iniciativa é inédita. "O momento para o Ceará significa que, ao contrário de esperar que outros países produzam para que nós importemos, estamos criando, inovando E empreendendo. Isso é essencial", arrematou.

Conforme projeções de especialistas, o Ceará deve ser o maior produtor de hidrogênio verde do País e também o principal exportador para a Europa, transferindo o produto através do Porto do Pecém, com destino ao Porto de Roterdã, na Holanda.

Potencial do hidrogênio verde

A Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) projeta até 2025 que 6% do consumo final de energia global esteja associado ao hidrogênio.

O hidrogênio verde representa uma das soluções energéticas mais promissoras, acessíveis e sustentáveis para reduzir as emissões de gás carbônico.

E para alcançar a neutralidade climática proposta para 2050, a descarbonização de indústrias que dependem do uso de combustíveis fósseis será preponderante.


O que é o hidrogênio verde?

Hidrogênio verde é o hidrogênio obtido a partir de fontes renováveis, sem a emissão de carbono. Diferentemente dos combustíveis fósseis, o aproveitamento energético do hidrogênio raramente se dá por sua combustão, e sim por meio de uma transformação eletroquímica, realizada em células conhecidas como "células a combustível".

O oxigênio presente na atmosfera se combina com o hidrogênio, produzindo energia elétrica e água. Assim, a geração de energia por meio de células a combustível em si não causa danos ao meio ambiente.

Fonte: Diário do Nordeste

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Cadeia produtiva de rochas se une para a estruturação de pacto setorial com agência nacional

 


Um novo passo para composição da representatividade do setor de rochas nacional foi dado na última quinta-feira (11), quando o Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas) protocolou proposta de novo projeto setorial junto à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil).

O plano protocolado tem como objetivo fortalecer e aumentar a presença das rochas brasileiras no mercado internacional. A insatisfação do empresariado com a estagnação no volume de exportações, que há 12 anos praticamente não registra alteração em seus números, levou a entidade a desenvolver uma proposta inovadora e, de forma inédita, desenvolvida com a ampla participação das empresas do setor.

Mobilização empresarial

Detentor do maior convênio com a agência nacional, o setor de rochas brasileiro iniciou no final de 2019 um trabalho para revisão do processo de apoio ao segmento e elegeu o Centrorochas como representante nacional. Desde o ano passado, a entidade fortaleceu o processo de mobilização empresarial para construção do novo projeto para o setor, que contou com participação ativa dos empresários e apoiadores aderente aos anseios do segmento por uma nova representatividade nacional, dentre estes, os sindicatos patronais dos maiores estados exportadores do Brasil: Sindirochas-ES (Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo), Sinrochas-MG (Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Beneficiamento de Mármores, Granitos e Rochas Ornamentais no Estado de Minas Gerais), Simagran-CE (Sindicato das Indústrias de Mármores e Granitos do Estado do Ceará) e o Sindicato das Indústrias da Construção de Duque de Caxias (Sincocimo-RJ).

Atualmente, o setor de rochas vive um momento ímpar em sua trajetória, com envolvimento direto e participativo das empresas e entidades estaduais, que lideradas pelo Centrorochas, trabalham pelo início de um novo capítulo em sua história.

Na última quinta-feira (11) o Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais divulgou um comunicado informando sobre o protocolo do "It’s Natural: Brazilian Natural Stone” junto à Apex-Brasil. O texto reforça que o trabalho em conjunto foi e continuará sendo o grande diferencial, aliado à transparência durante toda a execução do projeto. A partir de agora, a agência nacional fará uma criteriosa análise na proposta para emitir seu parecer.

Fonte: Revista Rochas de Qualidade